Sobre mim

ADVOGADA, PRODUTORA DE CONTEÚDO JURÍDICO
Advogada inscrita nos quadros da OAB Rondônia sob o n. 8185, formada no ano de 2016/1.
Sócia no escritório AAGV Advocacia (Alves, Aguiar, Grisante e Van Dal, advocacia e consultoria jurídica).

Coordenadora da Subcomissão de acolhimento de Jovens advogados em Ji-Paraná/RO, e participante da comissão da Jovem Advocacia de Ji-Paraná/RO.

Fascinada pelo direito Cível, advoga nas áreas de direito de família, sucessões, previdenciário, consumidor e eleitoral.

Pós-graduanda em Direito Previdenciário.


E-MAIL suelyvandal.adv@gmail.com


https://www.instagram.com/dra_suelyleiteviana/

http://www.amodireito.com.br/search?q=van+dal

https://www.facebook.com/suely.leitevandal

Verificações

Suely Leite Viana Van Dal, Advogado
Suely Leite Viana Van Dal
OAB 8.185/RO VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
PRO
Desde Setembro de 2017

Principais áreas de atuação

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Direito Agrário, 6%
Contratos, 6%
Direito Administrativo, 6%
Outras, 76%

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Julio Cesar Ballerini Silva, Magistrado
Julio Cesar Ballerini Silva
Comentário · há 6 dias
De fato, como o conceito de família tem sido entendido como um núcleo de afeto e como animais tem sido objeto de afeto por parte dos seres humanos, tem o direito reconhecido como nova forma de família, a família multiespécie. Inclusive um juiz paulista concedeu tutela de urgência para que o Estado custeasse o tratamento de saúde de um animal de estimação de pessoa necessitada. Aqui no Jusbrasil tenho artigos sobre o tema animais de estimação, inclusive, com referência aos dois projetos de lei que tramitam sobre o tema - um deles, mencionado em seu artigo disciplinando, não propriamente a guarda, mas a custódia (a prática civilista, ainda não revisada para o politicamente correto se refere aos animais em termos de custódia - ou jus in custodiando, tal qual nos textos do Digesto Justianeu) de animais de estimação e outro, em trâmite no Senado Federal que altera o status jurídico dos animais, alterando a parte geral do Código Civil, mas estabelecendo que animais seriam uma categoria própria, diversa da categoria dos bens ou coisas - pelo óbvio que não se está personalizando os animais, nossos irmãos na cadeia evolutiva da espiritualidade, eles não ganham personalidade jurídica própria, mas em verdade se cuida de atualização ou releitura de nosso ordenamento para adequá-lo ao moderno direito civil europeu, estabelecendo que proprietários de animais de estimação não tem poderes absolutos para tratá-los de modo insidioso ou cruel, por exemplo - parabéns pela iniciativa de seu texto, espero ter aberto espaço para discussões mais amplas, convido-a a ler minhas contribuições disponíveis aqui no Jus sobre o tema. Abraço.

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